Imunonutrição em cachorros: pontos-chave do relatório de investigação da Affinity Petcare

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Imunonutrição em cachorros: pontos-chave do relatório de investigação da Affinity Petcare

Conceitos-chave

Janela de alto risco imunológico: entre a 3.ª e a 13.ª semanas de vida, a imunidade passiva materna transmitida através do colostro canino diminui antes de a imunidade ativa do cachorro atingir uma maturidade funcional adequada, período que coincide com o desmame.
Contribuição estimada de nucleótidos nos cachorros em função do tamanho da ninhada: a contribuição relativa do leite materno diminui progressivamente à medida que aumenta o número de cachorrinhos por ninhada. A suplementação alimentar pode, assim, ajudar a manter um aporte de nucleótidos mais próximo do observado durante as primeiras fases da amamentação.
Resposta imunitária pós-vacinal, humoral e celular: 14 dias após a primeira vacinação, os cachorros que receberam suplementos de nucleótidos apresentam níveis de IgG sérica inespecífica e títulos de anticorpos anti-parvovírus significativamente superiores aos do grupo de controlo, a par de uma maior proliferação linfocitária em resposta ao antigénio.
Implicações clínicas: a janela de risco, o défice alimentar agravado em ninhadas numerosas e a resposta imunitária mensurável apoiam a suplementação direcionada durante o desmame.

A imunonutrição em cachorros surge como uma estratégia nutricional de precisão fundamental durante o desmame, uma das fases mais delicadas do desenvolvimento pediátrico canino.

Nesta fase, ocorre um período crítico de vulnerabilidade: a imunidade passiva transmitida pela mãe através do colostro canino vai diminuindo, enquanto o sistema imunitário do cachorro ainda não atingiu a maturidade necessária.

Perante este desafio, reforçar o sistema imunitário do cachorro através de uma alimentação avançada permite fortalecer as suas defesas ativas e proteger a integridade da sua mucosa intestinal, justamente no momento em que mais precisa.

Recurso relacionado

Descarregue o Relatório de Investigação completo com as evidências científicas sobre os benefícios da imunonutrição em cachorros.

Evolução da imunidade: O que é a janela de risco imunológico e em que semanas ocorre?

A imunidade passiva materna, transmitida principalmente através do colostro (absorção efetiva apenas nas primeiras 24 horas de vida), protege o cachorro durante 1 a 2 meses. O seu declínio progressivo coincide com o aumento, mais lento, da imunidade ativa própria, definindo a fase de alto risco entre a 3.ª e a 13.ª semanas. A suplementação alimentar nesta fase aumenta os níveis de anticorpos do cachorro e reforça a sua proteção global.

Curve of high risk period vs blood antibody level

Por que é necessário suplementar a dieta do cachorro com nucleótidos durante o desmame?

Dependência alimentar: os tecidos com elevada renovação (mucosa intestinal, precursores hematopoiéticos, leucócitos) apresentam uma síntese endógena limitada e dependem do aporte exógeno.


Dados quantitativos por ninhada: o aporte de nucleótidos através do leite materno diminui progressivamente à medida que aumenta o número de cachorros por ninhada; logo, a alimentação suplementada com nucleótidos pode contribuir para fornecer um aporte adicional, independentemente do tamanho da ninhada.

Antigen-simulated lymphocyte proliferation

De que forma a imunonutrição com nucleótidos nos cachorros influencia a resposta às vacinas?

  • Potenciação da imunidade humoral: segundo Romano et al. (2007a), os cachorros que receberam um suplemento de nucleótidos com perfil semelhante ao do leite materno apresentam, 14 dias após a primeira vacinação, níveis de IgG sérica inespecífica e títulos de anticorpos anti-parvovírus significativamente superiores aos do grupo de controlo.
  • Potenciação da imunidade celular: segundo Romano et al. (2007b), a proliferação de linfócitos estimulados com antigénio também foi significativamente superior nos cachorros que receberam suplementos de nucleótidos, em comparação com o grupo de controlo.
Graphic specific vs nonspecific

Que solução existe para esta janela de risco?

Para superar com sucesso a fase de maior vulnerabilidade imunológica do cachorro, a nutrição pode desempenhar um papel importante. O ADVANCE Active Defense incorpora um perfil de nucleótidos adaptado à composição natural do leite materno.

Esta fórmula não só ajuda a corrigir o défice nutricional habitual durante o desmame, como também potencia significativamente a resposta imunitária pós-vacinal, tanto humoral como celular. Deste modo, ajuda o organismo do cachorro a desenvolver as suas defesas de forma mais eficaz no momento em que mais precisa.

Advance Active Defense Puppy

A solução nutricional avançada com nucleótidos, formulada para otimizar o desenvolvimento imunitário e intestinal durante o desmame do cachorro.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre os nucleótidos provenientes da alimentação e a síntese endógena do cachorro?

A síntese endógena de nucleótidos tem um custo metabólico muito elevado e é insuficiente nos tecidos de rápida divisão. Por isso, a suplementação da alimentação com nucleótidos reveste-se de especial importância durante as primeiras fases de desenvolvimento dos cachorros e gatinhos. Os nucleótidos de origem alimentar (exógenos) são considerados muito benéficos durante o desmame, ajudando a apoiar o desenvolvimento do sistema imunitário.

De que forma os simbióticos interagem com os nucleótidos na saúde do cachorro? Atuam em sinergia: enquanto os nucleótidos e as imunoglobulinas reforçam a estrutura das vilosidades e estimulam as defesas, os simbióticos (probióticos vivos + prebióticos) contribuem para equilibrar a microbiota intestinal, reduzindo os marcadores inflamatórios e o amónio fecal.

Com que antecedência em relação à primeira vacinação se deve iniciar a suplementação com nucleótidos?

O ideal é iniciá-la logo no início do desmame (por volta das 3-4 semanas de vida). Desta forma, os tecidos imunitários dispõem do aporte exógeno de nucleótidos necessário para atingirem o pico da resposta humoral (IgG) 14 dias após a primeira dose da vacina.

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Autoria

  • I. Jeusette, Ph.D., DVM
  • V. Romano, DVM
  • A. Salas, PhD; C. Torre, PhD, DVM
  • N. Sanchez, DVM
  • L. Vilaseca, DVM
  • Q(uentin). Garrigues, PhD
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